Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada

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Workshop Pequenos Grandes Escritores

Publicado a 2015-09-29

A Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, no âmbito do seu plano de atividades, irá promover, em parceria com o Projeto EscreVIVER (n)os Açores, o workshop de escrita intitulado “Pequenos Grandes Escritores”, dinamizado por Patrícia Carreiro.

O workshop dirige-se a todas as crianças entre os 6 e os 12 anos, e terá lugar no dia 10 de outubro, das 10h00 às 13h00, na Sala de Jantar da BPARPD.

A participação no workshop tem como requisitos a inscrição prévia, entre 28 de setembro e 02 de outubro de 2015, e como lotação máxima os 15 participantes.

Workshop de escrita

Pequenos Grandes Escritores

(sinopse)

 

O que é?

Escrever: palavras. Palavras soltas e simples: escrevendo com elas, ou sem elas.

Já pensaste em mudar contos que já existiam?

Já pensaste em escrever sem palavras?

Já pensaste em ser escritor? Hoje podes ser.

Arranja a caneta e o papel: FAZ-TE ESCRITOR.

Hoje vais ser.

 

Porquê?

Porque é preciso escrever; é preciso despertar os adolescentes e jovens para a nossa língua; é preciso fazê-los escrever: em prosa ou em poesia – uma a derivar da outra.

Como?

Com exercícios inovadores e cativantes. Com formas e ideias criativas que tornem estes jovens em escritores: com a escrita e palavras. Sempre com as palavras.

 

DADOS BIOGRÁFICOS

Patrícia Carreiro

 

Formada em Comunicação Social e Cultura, pela Universidade dos Açores.

É colaboradora do jornal Açoriano Oriental desde 2010. Já escreveu o romance A Distância que nos Uniu, com a chancela das Edições Macaronésia, lançado em Novembro de 2009.

Em 2011, lançou o seu primeiro livro infantil de nome Amizade a branco e preto, numa iniciativa da Associação Ilha em Movimento, com a marca da Publiçor.

Em 2013, foi a altura de “O fio perdido” chegar aos leitores, com a marca da Pastelaria Studios Editora.

Pretende, muito em breve, editar o seu novo romance,

O seu objetivo na literatura é continuar – sempre e sempre mais – até se fartar de escrever (o que tem quase a certeza que não acontecerá).